Sustentabilidade

EU GOSTO DE USAR SUTIÃ. Sim.
Sempre que eu vejo uma pessoa do sexo feminino dizendo pro mundo que tirar o sutiã no fim do dia é um dos maiores prazeres da vida, só posso concluir que essa pessoa não experimentou muita coisa boa durante a vida. Pra qualquer ser que tenha mais de 100 ml do que supostamente o sutiã deve sustentar, ficar sem pode ser, na verdade, um tormento. O que é um símbolo de opressão pra você é um alívio pra mim. Viva o sutiã! (Principalmente os de rendinha, adoro).

nickass

Teste 1,2,3

Depois de 21 dias inteiros de dores horríveis, hoje, eu acordei sentindo zero dores. Isso mesmo. Nada. Sentei quando acordei. Não precisei rolar pela cama e levantar igual a uma minhoca no anzol. Achei estranho, mas comecei a me arrumar como faço normalmente até que cogitei a possibilidade incrível de ter morrido. Sim. Porque uma dor escruciante sumir sem mais nem menos é tão estranho que faz você pensar nessas possibilidades. Falei com a minha gata e ela respondeu. Mas gatos? Gatos são suspeitos. Dei uma baforada no espelho do quarto e ele embaçou todo. Tava meio convencida de que estava viva sim. Chequei o pulso por via das dúvidas. A verdade é que só me convenci mesmo quando parei na calçada na frente de uma pessoa e ela teve que desviar.
Mas é claro que eu to viva. Claro que a dor voltou.

nickass

livre

Liberdade: tão efêmera quanto relativa.

Não tem como categorizar a liberdade. Cada um tem uma ideia, ou uma fantasia dessa utópica sensação.
Nos últimos tempos tenho considerado a auto-alforria o meu objetivo de liberdade.
Eu mesma vivo fazendo auto-promessas, mas não me livro, e sempre me decepciono a mim mesma, com manias sem fim, e friqui friquis irritantes.
Tem finais de semana que eu juro que vou acordar cedo, mas lá to eu dormindo até meio dia. No final das contas, eu ainda entro em discussão comigo tentando me convencer que liberdade mesmo é dormir até tarde.

nickass