Kruger Park

DIA #4 – 25/03/12

Depois de todas as brasileirices no casamento (chegar junto com a noiva, sambar e explicar que falamos português, não espanhol) tentamos dormir para viajar cedo na manhã seguinte.
Acordamos na manhã do dia 25, tomamos um café reforçado no hotel e nos fomos tranquilos a caminho do Kruguer Park em Phalaborwa. Um parque onde poderíamos nos hospedar e fazer o safári. Isso mesmo, dormir do lado das girafas, rinocerontes e leões.
Decidimos não nos apressar. A viagem seria um pouco demorada mas, pegar estrada na mão errada (lá é mão inglesa) era suficientemente aventureiro.
Sentimos fome pela primeira vez durante a viagem perto da hora do almoço então paramos em um KFC que encontramos no caminho.

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Mais algumas horas de viagem e sentimos fome novamente, então paramos numa rede de supermercados chamada Spar (que se tornou a nossa favorita) para comprar comida e adaptadores de tomada. Um salgadinho chamado Simba virou um vício pra mim, e eu comi até o último dia. Esperta como sou, não trouxe nenhum contrabando para o Brasil.
Com suplemento, seguimos viagem.

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Ficamos felizes quando vimos nas placas que a gente tava no caminho certo. O final da tarde tava chegando, mas a gente também estava, então tudo certo! NÃO. Estava errado. Quando finalmente entramos no parque faltavam exatamente cinco minutos para as seis da tarde, o portão estava fechando e o guarda disse em bom tom com seu sotaque sul-africano que estávamos atrasados. Eu e a Tati que entendiamos o que ele tava falando quase surtamos. Os meninos ficavam olhando pra gente em desespero até contarmos que o parque fechava quando anoitece, já que o hotel fica lá no meio e seria perigoso seguir caminho. Ninguém quer bater num elefante ou coisa parecida. Estavamos no meio da savana sem lugar pra ficar. A recepcionista disse que ia ajudar a gente a encontrar um lugar legal, e que ela conhecia um. Ela foi muito atenciosa, não sei se aqui teríamos essa sorte. Agradecemos com sonho de valsa (nossa moeda de suborno) e seguimos até a pousada indicada. O lugar que estava às moscas quando finalmente encontramos. O lugar era um tanto estranho, quase cenário de filme de suspense e no meio do n.a.d.a! Começamos a colocar nossas coisas no quarto quando a luz do lugar simplesmente acabou. Eu tava achando tudo engraçado, até aí. Então comecei a ficar com um pouco de medo. A gente tava falando coisas horríveis em português do tipo Nunca mais vamos sair daqui, e Vamos fazer um vídeo pra nossa família encontrar depois que a gente tiver morrido. E nós fizemos o vídeo.
A Noite estava maravilhosa, e sem luz a gente via todas as estrelas do céu africano com perfeição. Um cenário lindo pra nossa noite de terror. Nos encontramos no meu quarto para tomar o remédio da malária e pra destilar nosso veneno a respeito do lugar. Depois que combinamos os horários de saída para o safári do dia seguinte nos despedimos para dormir quando a dona da pousada bateu na nossa porta perguntando em PORTUGUÊS se a gente ia precisar de mais toalhas. Quase morremos. Pobre coitada. Muito hospitaleira e gentil. Ela era moçambiquenha e até deu dicas muito valiosas para nossa viagem. Que vergonha.

DIA #5 – 26/03/12

Cinco da manhã do dia seguinte a gente estava de pé para finalmente fazer o safári que junto com a caminhada dos leões, foi uma das melhores coisas que já fiz na vida.

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As girafas *-*
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A comida de leão. Que dó.

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Elefantes
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Zebras
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Almoçamos no parque mesmo, e descobrimos que o lugar que a gente ia ficar era lindo (com cerca elétrica e portões enormes e altos. No fim perdemos a reserva e também o pagamento da reserva. Umas das únicas reclamações que tenho a fazer do parque, já que no site não tem nenhum aviso sobre essa coisa toda de horário. Uma pena.
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Na segunda parte do percurso encontramos o Zazu!
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Paramos em um dos únicos pedaços em que era recomendável descer do carro. Uma ponte em que uma faixa amarela delimitava o que era relativamente seguro, ou a distância que você conseguiria correr pra dentro do carro sem ser alcançado por algum bicho. Fora isso, havia placas por todos os cantos avisando para não descer em hipótese alguma, e que descer era por sua conta e risco.

Ta vendo aquele monte de pedra lá embaixo?
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Uma delas era um hipopótamo!
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Quando o sol estava quase se pondo terminamos o safári. Tivemos que abrir nosso porta-malas cheio pra provar que a gente não tava levando nenhum rinoceronte pra casa. Demos um sonho de valsa pro cara na saída e seguimos direto para a próxima cidade do nosso roteiro: Pilgrims Rest. Mas não foi lá que acabamos chegando.

(CONTINUA)

nickass

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