God’s Window

Ainda no dia #5

Saímos por volta das cinco da tarde do Kruger Park com destino a uma cidade histórica chamada Pilgrim’s Rest. Tava todo mundo meio atordoado pelo safári. Além de ter sido maravilho, a gente tinha acordado cedo, passado uma noite difícil, e ainda tinha que achar um lugar com a ajuda só do GPS. A estrada era montanhosa, pouco sinalizada e era mão inglesa(!) As horas foram passando e percebemos que estávamos perdidos. Eu, como boa paranoica que sou já estava ficando desesperada  Eram quase oito da noite e tudo o que a gente via, apesar de estar na África, eram pinheiros.

De repente, encontramos uma cidade que não estava nos planos, já que a nossa não aparacia no mapa. Graskop era tão grande que assim que entramos nela já saímos.  Mas era uma graça de cidade. Tentamos encontrar um hotel lá dentro, mas o único que tinha estava lotado. Mais uma vez entrei em pânico. Resolvemos, então, tentar encontrar outra cidade próxima para achar um hotel. Ninguém estava muito confiante. Saímos da cidade desanimados quando uns dez quilômetros depois encontramos um hotel com placa luminosa no meio do NADA (mais uma vez). Ficamos com medo de entrar e o nome não ajudava muito… Big Swing. O fato é que a gente não tinha muita escolha.  Era um hotel de chalés, muito bonito e… barato! O chalé era enorme, mas o lugar não tinha muita gente. Começamos a desconfiar da esmola, mas acho que foi a intervenção divina que salvou todo mundo.

Estávamos famintos e voltamos para dentro da cidade para comer. Acabamos encontrando um restaurante moçambiquenho e ficamos por lá mesmo, o Canimambo. Os pedidos vinham cheios, rolando pra fora dos pratos. Mais uma das vantagens da África. Nada de miséria (nesse caso).

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E o melhor… não tinha carne :)

Depois que eu mal podia me locomover de tanto comer, voltamos pro nosso chalé e fomos dormir. Não tinham muitas luzes artificiais por perto, mais uma vez. Então, dava pra ver muita estrela no céu. Fantástico!

Dia #6 – 27/03/12

Estava sonolenta escovando os dentes quando meu namorado começou a gritar do quarto em que a gente tinha dormido. Saí desesperada e pingando pasta por todos os lados quando eu vi que ele tava parado na frente da janela. De noite, com pouca luz, não vimos, mas nossa janela dava para um cânion, mais precisamente alguns metros da janela.

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Tomamos café em Graskop e decidimos visitar God’s Window, um lugar em que lá de cima, supostamente, é possível ver Moçambique.

Antes de subir até onde a vista alcançasse Moçambique, compramos alguns artesanatos locais.

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Eu tenho alguma coisa com elefantes *-*

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Eu, particularmente, não consegui ver Moçambique, mas valeu a pena mesmo assim. Muito!

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Depois disso fomos finalmente para Pilgrim’s Rest. A cidade histórica não foi um bom entretenimento. Acabamos não ficando muito por lá. Voltmos para Graskop, almoçamos panqueca (só tinha esse menu na cidade toda) e voltamos para os chalés.

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Descobrimos que o Big Swing se referia ao bungy jump e a tirolesa que tinha no hotel, e não ao que nossa mente poluída desconfiava.

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Aquela casinha lá do outro lado é o nosso chalé!

Um pouco antes de escurecer voltamos pro nosso chalé pra ver o pôr-do-sol.

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(CONTINUA)

nickass

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